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Jhonathan Reynaldo dos Santos também responde por tentativa de estupro e fraude processual. O g1 tenta contato com a defesa dele.
Jhonathan Reynaldo dos Santos, de 24 anos, acusado de agredir a recepcionista Maria Niuzete Batista dentro de um hotel em Curitiba, vai a júri popular. A mulher ficou ferida e precisou ser socorrida depois de conseguir fugir do local. O crime aconteceu no dia 7 de março e foi registrado por câmeras de segurança. Assista acima.
O homem será julgado pelos crimes de tentativa de feminicídio, tentativa de estupro e fraude processual. A data do júri ainda não foi divulgada.
Segundo a Justiça, há elementos que apontam que Jhonathan cometeu os crimes. Entre as provas estão as imagens das câmeras de segurança, os laudos dos ferimentos e os depoimentos prestados durante o processo.
A Justiça também manteve as qualificadoras de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Jhonathan está preso preventivamente.
A acusação de tentativa de estupro será analisada pelo júri após a vítima relatar que o acusado tentou puxar o vestido dela. Já a fraude processual está relacionada à retirada da tomada do computador que registrava as imagens das câmeras do hotel.
Caberá ao Tribunal do Júri decidir se Jhonathan é culpado ou inocente das acusações.
O g1 procurou o advogado de Jhonathan, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
A defesa da vítima, Jackson Bahls, disse que recebeu a decisão com satisfação e que a Justiça reconheceu indícios de autoria e materialidade dos crimes. Afirmou também esperar a condenação do acusado no julgamento e disse que continuará acompanhando o processo.
Relembre o caso
A recepcionista Maria Niuzete Batista foi agredida por Jhonathan dentro do hotel onde trabalhava, em Curitiba. O crime aconteceu em 7 de março e foi registrado por câmeras de segurança.
Segundo a investigação, Jhonathan é pintor e estava na cidade a trabalho. Na noite do crime, ele consumiu bebida alcoólica no hotel e, depois de ser orientado a não beber na recepção, voltou para o quarto.
Pouco depois, retornou e disse que estava passando mal. Conforme Maria, ele pediu que ela o acompanhasse até o quarto, mas ela recusou. Em seguida, disse que estava interessado nela e pediu um beijo. A recepcionista também recusou.
Depois, Maria foi ao banheiro dos funcionários. As imagens mostram Jhonathan pulando o balcão e indo atrás dela. Segundo a vítima, ele tentou agarrá-la e, depois que ela o empurrou, passou a agredi-la com socos, chutes e esganadura. Ela perdeu a consciência por alguns segundos.
Ao recuperar os sentidos, Maria conseguiu correr até a saída do hotel. Hóspedes e vizinhos prestaram socorro e chamaram a polícia.
Na audiência de custódia, Jhonathan afirmou que estava sob efeito de drogas e bebidas alcoólicas. Ele disse que não teve intenção de matar a recepcionista.
Inicialmente, a Polícia Civil havia concluído o inquérito como tentativa de homicídio qualificado. A defesa da vítima, porém, havia pedido que o caso fosse tratado como tentativa de feminicídio.
Vítima foi encontrada inconsciente no bairro Jardim América e teve uma parada cardiorrespiratória.
Ação policial ocorreu após denúncias sobre a comercialização de entorpecentes em uma residência no bairro Santa Cruz.
Vítima foi identificada como Elisandro Battiston; motorista da carreta ficou ferido e foi encaminhado ao hospital.
Legislação garante benefícios como licença-maternidade, estabilidade no emprego, salário-maternidade, acompanhamento pré-natal e pausas para amamentação.
Colegas de trabalho também ajudaram a conter o agressor, que foi preso em flagrante. Mulher, de 28 anos, estava no serviço e foi levada ao hospital em estado grave.
Cabo de aço se rompeu enquanto as vítimas transportavam carrinho com massa. Caso será investigado pela Polícia Civil