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Encontro em São Lourenço do Oeste reuniu produtores rurais para discutir mudanças fiscais, emissão de notas eletrônicas e organização das propriedades diante da Reforma Tributária.
O Sindicato dos Produtores Rurais de São Lourenço do Oeste e região realizou, na noite desta sexta-feira (8), a Assembleia Geral Ordinária (AGO) da entidade. O encontro reuniu diretoria, associados e convidados em um momento voltado à prestação de contas, fortalecimento institucional e orientação sobre os impactos da Reforma Tributária no agronegócio.
Além da assembleia, os participantes acompanharam uma palestra conduzida pela contadora e especialista tributária do agronegócio, Schaiane Zanini, que abordou as mudanças previstas no novo sistema tributário e os desafios de adequação enfrentados pelos produtores rurais.
Durante o encontro, o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de São Lourenço do Oeste e região, Nelso Luiz Moresco, destacou a importância da participação dos associados em um debate que, segundo ele, já começa a impactar diretamente o setor produtivo.
Conforme Moresco, o objetivo da entidade não é fiscalizar os produtores, mas sim orientar e preparar o setor para as mudanças que passam a entrar em vigor gradativamente. Ele também ressaltou que o sindicato vem ampliando o suporte oferecido aos agricultores, inclusive por meio de parcerias e do programa Propriedade Legal.
A intenção, segundo o presidente, é oferecer apoio técnico e encaminhamento aos produtores que apresentarem dificuldades no processo de adaptação às novas exigências tributárias e fiscais.
Durante a palestra, Schaiane apresentou aos participantes um panorama do atual sistema tributário e explicou como funcionará o processo de transição da Reforma Tributária nos próximos anos.
A especialista ressaltou que o momento atual é de preparação, organização e adequação das propriedades rurais, especialmente em relação às obrigações fiscais, emissão de notas eletrônicas e controle contábil das atividades.
Segundo ela, o agronegócio conquistou benefícios importantes dentro da Reforma Tributária, mas o aproveitamento dessas vantagens dependerá diretamente do nível de organização de cada propriedade.
“O produtor rural precisa se enxergar como empresário rural. Muitas vezes ele movimenta valores superiores aos de muitas empresas urbanas, então precisa ter gestão, acompanhamento dos números e controle da atividade”, destacou.
Conforme explicado durante o evento, 2026 será considerado um período de adaptação para o novo sistema tributário, preparando os contribuintes para as mudanças previstas a partir de 2027.
De acordo com Schaiane, produtores que optarem por determinados regimes tributários já precisarão iniciar, ainda neste ano, adequações relacionadas à emissão de notas fiscais e ao destaque de tributos.
A orientação repassada aos participantes é para que os produtores busquem apoio junto ao sindicato, profissionais da área contábil e entidades representativas, evitando erros e garantindo mais segurança durante o processo de transição.
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