06 de agosto de 2026
Segurança

Ônibus invade restaurante, atinge e mata mulher no Norte de SC

Vítima de 33 anos era gerente do estabelecimento. Caso aconteceu por volta das 19h de quarta-feira, em Papanduva.

Por G1Santa Catarina

Atualizado em 06/08/2026 | 10:33:00

Um ônibus invadiu um restaurante em Papanduva, no Norte de Santa Catarina, na noite de quarta-feira (5), e atropelou a gerente do estabelecimento, de 33 anos. A vítima foi identificada como Mariane de Fátima Hilko.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, a funcionária foi prensada contra a mureta de proteção após o ônibus atingir o local. Apesar do atendimento, ela não resistiu aos ferimentos. O atropelamento aconteceu por volta das 19h, às margens da BR-116.

Dentro do ônibus, com placas de Maringá (PR), estavam 38 passageiros. Uma passageira de 62 anos e o motorista do ônibus, de 65, precisaram ser encaminhados ao hospital da região.

A reportagem na NSC TV procurou a empresa responsável pelo ônibus nesta quinta-feira (6) e aguardava retorno até a última atualização do texto.

Em nota, o Parada Matinhos Posto, confirmou a identidade da mulher e lamentou o acidente: "Hoje nos despedimos de quem fez parte da nossa história e com seu trabalho e muita dedicação deixou sua marca em nossa equipe", escreveu o local.

Quando os bombeiros chegaram, foi necessário estabilizar a cena do atropelamento, já que o impacto da batida chegou a romper a mureta de proteção e a parede de acesso ao restaurante 

Um engenheiro civil foi acionado para avaliar a segurança do local e recomendou a instalação de escoramentos provisórios em madeira nos pilares danificados para minimizar os riscos de colapso. O local foi isolado para uma perícia

Vítimas levadas ao hospital

O condutor do ônibus foi encontrado dentro do restaurante bastante abalado e precisou ser levado ao Hospital São Sebastião;
Uma passageira relatou aos bombeiros a sensação de corpo estranho no olho esquerdo, após ser atingida por estilhaços de vidro. Ela também foi conduzida para a mesma unidade de saúde.
Outros passageiros não precisaram de atendimento médico e foram liberados.

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