Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Entre as vítimas, todas menores de 14 anos, estão duas filhas dele, enteadas e alunas com deficiência intelectual.
Um motorista escolar da Prefeitura de Erebango, no Rio Grande do Sul, foi condenado a 100 anos de prisão por estuprar ao menos cinco meninas menores de 14 anos, incluindo duas filhas dele, enteadas e alunas com deficiência intelectual.
Segundo o Tribunal de Justiça do estado gaúcho, os crimes ocorreram entre 2012 e 2024, enquanto ele atuava como servidor público e transportava as vítimas no ônibus escolar. Câmeras instaladas no interior do veículo flagraram o homem, de 48 anos, cometendo os crimes.
O caso passou a ser investigado em maio do ano passado, após um pai buscar as autoridades para relatar que a filha de 12 anos havia sido abusada pelo motorista. Ele somente foi preso em outubro.
A sentença do homem foi proferida na última sexta-feira, dia 30, e cabe recurso da decisão.
Além da pena de reclusão, o réu foi condenado à perda do cargo público e à perda do poder familiar sobre uma das filhas. A magistrada também determinou o pagamento de indenização mínima de R$ 10 mil para cada vítima, a título de danos morais.
A sentença ainda determinou que o nome do condenado seja incluído no Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Crime de Estupro, conforme previsto na legislação.
Acusado revelou detalhes do crime durante depoimento à Polícia Civil, mas corpo segue desaparecido.
Município relatou obstáculos para entrada das equipes técnicas no imóvel, onde animais vivem em situação considerada insalubre.
Polícia Militar apreendeu espingardas, cartuchos deflagrados, rádios comunicadores, faca e peças de roupa.
Homem de 33 anos foi localizado horas após o crime e confessou a autoria, segundo a Polícia Civil.
Nova exigência valerá para processos de habilitação nas categorias A e B iniciados a partir do dia 1º de junho.
Tiago Alves disse conviver há anos com o barulho excessivo no local, em Balneário Camboriú. Ele é pai de uma criança autista de 9 anos e diz que situação afeta diretamente o bem-estar do filho.