Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Polícia identificou ao menos dez vítimas do profissional, com idades entre 17 e 20 anos.
Um médico que atuava em Catanduvas, no Oeste de Santa Catarina, acusado de abusar de mulheres durante atendimentos na rede pública de saúde, foi preso preventivamente nesta terça-feira, dia 3.
Segundo a Polícia Civil, de acordo com os elementos colhidos no inquérito policial, o profissional foi investigado por se aproveitar da função e da vulnerabilidade de pacientes para praticar atos de natureza sexual sem qualquer justificativa técnica ou respaldo ético.
“Visando resguardar a intimidade e evitar o constrangimento das vítimas, a Polícia Civil não divulgará detalhes específicos sobre a execução dos atos criminosos”, diz um trecho da nota divulgada pela polícia.
Até o momento, dez vítimas com idades entre 17 e 20 anos foram identificadas. Os crimes teriam ocorrido de forma contínua entre o final de 2024 e o decorrer de 2025. As identidades das vítimas estão sendo rigorosamente preservadas sob sigilo absoluto.
Decisão unânime
A ordem de prisão preventiva foi determinada pela 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Em julgamento colegiado, os desembargadores decidiram, por unanimidade, dar provimento ao recurso interposto pelo Ministério Público, reformando a decisão anterior que havia aplicado apenas medidas cautelares alternativas.
Trabalho integrado
A prisão demonstra a eficácia da atuação conjunta das instituições de segurança e justiça. A Polícia Civil realizou um minucioso trabalho de campo e análise técnica, reunindo depoimentos e laudos que fundamentaram a materialidade e a autoria dos crimes. O Ministério Público atuou prontamente na interposição do recurso e na condução da acusação para garantir a proteção da sociedade.
O preso foi localizado saindo de casa em um veículo. Ele foi abordado pela equipe policial e encaminhado para a Delegacia de Polícia de Catanduvas para a formalização do registro. Em seguida, seguiu para o sistema prisional.
Suspeita teria assumido identidade de menina de 12 anos, conquistado a confiança de uma comunidade religiosa e permanecido por cerca de 14 meses na casa das vítimas.
Vitor Gabriel Mezette, de 15 anos, chegou a ser socorrido com vida, mas não resistiu e morreu no hospital.
Polícia Militar também registrou crimes de desobediência, desacato e resistência durante a ocorrência no bairro Bortolon.
Veículo de aplicativo cortou a frente da moto ao fazer uma manobra de retorno na SC-283.
Residência foi completamente destruída pelo fogo no interior de Lebon Régis.
Mia Bisparo, de 21 anos, conta que o desentendimento começou após ofereceu dinheiro em espécie ao condutor da plataforma 99. Segundo a PM, há relatos de que a jovem também foi arrastada por ele.