Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Criado por: Equipe Editorial do Tua Saúde
A fobia social, também chamada de transtorno de ansiedade social, é um transtorno psicológico caracterizado por um medo intenso e persistente de situações sociais em que a pessoa pode ser observada, avaliada ou julgada pelos outros.
Esse transtorno pode surgir em situações específicas, como falar em público, conhecer pessoas novas ou realizar tarefas simples em frente a outros, provocando sintomas físicos, como suor, batimentos cardíacos acelerados e rubor facial.
O tratamento da fobia social envolve psicoterapia, especialmente a terapia cognitivo-comportamental, além da terapia de exposição e, em alguns casos, o uso de medicamentos, como ansiolíticos, prescritos pelo psiquiatra.
Sintomas de fobia social
Os sintomas de fobia social incluem:
Medo intenso de ser julgado;
Evitar situações sociais, como falar em público e conhecer pessoas;
Ansiedade antes de eventos sociais;
Dificuldade em falar ou manter conversas;
Rubor facial;
Suor excessivo;
Batimentos cardíacos acelerados.
Além disso, outros sintomas da fobia social podem incluir dificuldade para falar, náuseas, tonturas, sensação de branco ou bloqueio mental, bem como baixa autoestima e autocrítica elevada.
Esses sintomas também podem surgir nas crianças, podendo ser acompanhados por choro, episódios de raiva ou paralisia, por exemplo.
Fobia social ou timidez
Enquanto a timidez é um traço de personalidade que pode causar desconforto em algumas situações sociais, a fobia social envolve um medo intenso e persistente de ser avaliado ou julgado, a ponto de interferir na vida diária.
Além disso, pessoas com fobia social tendem a ser autocríticas de forma exagerada e têm baixa autoestima, o que diferencia a fobia social da simples timidez.
Como é feito o diagnóstico
O diagnóstico da fobia social é geralmente realizado pelo psiquiatra ou, em alguns casos, pelo psicólogo, através da avaliação detalhada dos sintomas relatados pela pessoa, e os sinais físicos de ansiedade.
Para uma avaliação dos sintomas da fobia social, marque consulta com o psiquiatra mais próximo da sua região
Para confirmar o diagnóstico, o profissional considera a duração dos sintomas, que costuma ser de seis meses ou mais, e o impacto desses sintomas na vida pessoal, escolar ou profissional da pessoa.
Em alguns casos, também podem ser utilizados questionários ou escalas específicas, que ajudam a medir a intensidade da ansiedade social e a identificar padrões de comportamento que contribuem para o transtorno.
Principais causas
As principais causas da fobia social incluem uma combinação de fatores, como:
Histórico familiar de ansiedade;
Situações de rejeição, bullying ou humilhação na infância ou adolescência.
Traços de personalidade, como timidez acentuada ou alta sensibilidade emocional;
Mudanças significativas na vida, como começar um novo trabalho, escola ou mudar de casa.
Alterações em áreas do cérebro que controlam o medo e a ansiedade.
Esses fatores podem reduzir a confiança da pessoa, levando-a a duvidar das suas próprias capacidades e a evitar qualquer situação em que precise se expor ou desempenhar funções em público.
Tratamento para fobia social
O tratamento para fobia social geralmente inclui:
1. Psicoterapia
O tratamento mais indicado para a fobia social é a psicoterapia, especialmente a terapia cognitivo-comportamental, que ajuda a pessoa a entender melhor os seus pensamentos e medos em situações sociais, aprendendo a enfrentá-los aos poucos.
Conheça como funciona a terapia cognitivo-comportamental.
O objetivo da psicoterapia é reduzir a ansiedade, aumentar a confiança e melhorar a capacidade de se relacionar com os outros, sem depender apenas da evitação.
2. Terapia de exposição
Outra abordagem importante na fobia social é a terapia de exposição, que consiste em colocar a pessoa gradualmente em situações que normalmente causariam medo, de forma controlada e segura.
Com o tempo, o cérebro aprende que essas situações não são perigosas, e a ansiedade diminui.
Essa técnica ajuda a reduzir o medo e incentiva a participação em atividades sociais que antes eram evitadas.
3. Medicamentos
Em alguns casos, pode ser necessário o uso de medicamentos prescritos pelo psiquiatra.
Geralmente são antidepressivos ou ansiolíticos que ajudam a controlar os sintomas físicos e emocionais da ansiedade.
Os remédios não curam a fobia social, mas podem tornar o tratamento psicológico mais eficaz, especialmente em situações de ansiedade intensa.
Fobia social tem cura?
A fobia social não tem uma cura imediata, mas pode ser tratada e controlada de forma eficaz.
Com acompanhamento adequado, a pessoa consegue reduzir o medo intenso de situações sociais, ganhar confiança e participar da vida cotidiana.
Com prática e apoio, os sintomas podem diminuir bastante, permitindo levar uma vida mais tranquila e ativa, mesmo que o transtorno não desapareça completamente.
A causa da morte não foi divulgada. Ele ficou conhecido ao interpretar o filho do protagonista, vivido por Bryan Cranston, na série premiada.
Com 83,3% das seções totalizadas, candidato do PP tinha 67,41% dos votos válidos. Barbosinha permanece como vice-governador.
Ocorrências foram registradas no Rio de Janeiro, em Manaus e em Cupira, neste domingo (4).
As duas candidatas do PL conquistaram as vagas em disputa e terão seus primeiros mandatos no Senado.
Candidatos do PL e do NOVO lideraram a apuração; registro de Deltan ainda depende de decisão do plenário do TSE.
Reeleição foi confirmada às 19h13. Com 81,63% da apuração, candidato do PL tinha 68,32% dos votos válidos.