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Imagens de câmera de segurança mostram um homem com roupas idênticas às usadas pelo proprietário, segundo a polícia.
A Polícia Civil do Paraná investiga o caso de um homem suspeito de incendiar o próprio Porsche e registrar a ocorrência como roubo em uma área rural da Lapa, na Região Metropolitana de Curitiba. O caso foi registrado no domingo, dia 5.
Imagens de uma câmera de segurança mostram um homem com roupas idênticas às usadas pelo proprietário do veículo despejando um líquido inflamável e ateando fogo no carro .
De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), o dono do automóvel procurou a corporação relatando que havia sido vítima de assalto na PR-427, entre Lapa e Porto Amazonas. Ele afirmou que dois homens armados o teriam rendido e levado até uma estrada rural, onde o carro foi incendiado. O motorista foi encontrado com queimaduras e levado a uma unidade de saúde.
Em entrevista à TV RPC, o sargento William Stabach, da PRE, afirmou que “nas imagens deu para perceber que o indivíduo que ateia fogo no veículo tem as mesmas características do cidadão que inicialmente veio pedir apoio aqui”. Segundo ele, as roupas vistas na gravação coincidiam com as usadas pelo proprietário ao registrar o boletim de ocorrência.
A Polícia Civil informou, em nota, que investiga o caso para esclarecer a motivação do ocorrido. O suspeito não foi preso, e as linhas de investigação não foram divulgadas.
Acidente foi registrado na tarde de sábado (27), em São Lourenço do Oeste; condutor não sofreu ferimentos.
João Guilherme Corrêa estava foragido desde 2025 e foi localizado na região de Pavia, perto de Milão, após alerta internacional.
Funcionária afirmou que era pressionada a participar de retiros espirituais em Joinville, onde teria sido questionada sobre aspectos da vida íntima.
Disputa ilegal ocorreu na Avenida Beira-Mar Norte, onde veículos teriam trafegado a mais de 180 km/h; uma pessoa morreu e outra ficou gravemente ferida.
Crime ocorreu em janeiro de 2025, no Sul de Santa Catarina; réu foi condenado por feminicídio, homicídio qualificado, furto e incêndio majorado.
Crime ocorreu em julho de 2025, no Balneário de Pratas; réu também foi condenado por incêndio em casa habitada e maus-tratos a animal doméstico.