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Caso aconteceu em Jacinto Machado. Dona do dinheiro só soube da perda depois de receber uma ligação da polícia.
O coletor de lixo Gean Boza Ceconelo levou um susto durante a rotina de trabalho ao encontrar uma carteira com R$ 7,7 mil em dinheiro em Jacinto Machado, no Sul de Santa Catarina.
A descoberta foi na segunda-feira (9) mas a dona do dinheiro só soube da perda depois de receber uma ligação da polícia.
“A gente estava fazendo nossa rotina diária, cada dia tem uma rota. Quando fui pegar o lixo em uma casa, vi uma bolsinha preta no chão. Meu primeiro pensamento foi pegar e olhar se tinha algum documento. Quando abri, vi que tinha muito dinheiro”, contou.
Segundo Gean, a equipe discutiu o que fazer e decidiu levar a carteira para a delegacia da cidade, na tentativa de localizar a dona: “Avisei meu colega, conversamos com o motorista e o outro integrante da equipe e decidimos vir até a delegacia e deixar a carteira para acharem a dona. E deu certo!”, completou Gean.
A carteira pertence a Valdete Borges, revendedora autônoma de cosméticos e moradora de Santa Rosa do Sul. Apesar de morar em outra cidade, ela havia perdido o item enquanto estava em Jacinto Machado.
Dona da carteira só percebeu a perda no dia seguinte
À NSC TV, Valdete contou que nem chegou a perceber que a carteira havia desaparecido. Na madrugada de segunda-feira (9), chegou em casa cansada e foi direto dormir. Pela manhã, recebeu uma ligação do delegado informando sobre o item encontrado.
Ela explicou que quase não atendeu a chamada, porque pensou que pudesse ser um número de spam. “A gente está acostumado com essas ligações. Não atendi na primeira vez, mas pensei: ‘se tocar de novo eu vou atender’”, lembrou.
Quando atendeu, o delegado perguntou seu nome e se ela havia perdido uma carteira. Só então ela conferiu e percebeu que o item não estava mais com ela.
Mais tarde, Valdete foi até a delegacia para buscar o item. Ela contou que não encontrou os coletores naquele momento, mas que depois teve a oportunidade de conhecê-los pessoalmente.
“Chorei um rio de lágrimas. Eles tinham tudo pra não devolver o dinheiro e mesmo assim tiveram uma atitude tão nobre. Foi uma emoção muito forte poder abraçar eles. Desejo tudo de bom para eles, para a vida e para a família deles. Minha eterna gratidão!”, disse.
Outro coletor que participou da decisão foi Clemer Policarpo. Ele conta que, desde o início, a equipe pensou apenas em devolver o dinheiro.
“Em momento algum pensamos em dividir o dinheiro entre nós. Para mim, a emoção é sem palavras, porque depois vimos que ela realmente estava precisando daquele dinheiro”, afirmou.
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