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Ronaldo Zardo conduzia um caminhão carregado com ração quando sofreu acidente.
O caminhoneiro que morreu na tarde de quinta-feira (24), após capotar o caminhão que conduzia na SC-159, em Jardinópolis, no Oeste catarinense, tinha 39 anos. Ronaldo Zardo conduzia um caminhão emplacado no município de Irati (SC), qaundo perdeu o controle da direção, bateu contra um barranco e capotou na pista.
Quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local, o motorista já havia sido atendido pela ambulância da saúde do município de Jardinópolis e conduzido ao hospital de Quilombo. A Polícia Militar Rodoviária (PMRv) informou que, devido à gravidade dos ferimentos, Ronaldo não resistiu e morreu na unidade hospitalar.
O veículo transportava ração e a carga ficou espalhada na rodovia. O trânsito seguiu no sistema “pare e siga” e foi liberado completamente às 20h30 após o caminhão ser removido por um guincho.
Despedida
Ronaldo está sendo velado no salão da comunidade de linha Roncador, interior de Coronel Freitas, onde residia com a família. O sepultamento acontece na tarde desta sexta-feira, dia 25, a partir das 15 horas, no mesmo local.
Nas redes sociais, amigos e familiares de Ronaldo publicaram mensagens de conforto. O motorista deixa esposa e filha.
“Meus sentimentos a todos os familiares e amigos que Deus conforte o coração de todos, principalmente da sua filha... Descanse em paz meu amigo Ronaldo”, escreveu uma amiga.
“Um grande amigo que vamos sentir saudades. Descanse em paz Ronaldo”, publicou outra.
Vítima foi localizada em uma área de mata no bairro Desbravador.
Meninas eram passageiras do veículo, que saiu da pista e capotou.
Menino foi atacado com 62 golpes, enquanto a mãe levou 80 facadas, porque homem não aceitava fim do relacionamento.
Vítima foi atingida no rosto, pescoço e mão, e foi levada ao hospital. Caso aconteceu em Lages e homem foi detido após bater carro.
Agressor chegou a entrar em luta corporal contra o pai da criança, enquanto a mãe fugia com o carrinho. Guarda Municipal foi chamada e suspeito, contido.
Polícia Militar registrou o caso como maus-tratos contra animais e abandono de incapaz. Responsável pela casa, em Indaial, foi conduzida à delegacia.