Tivi São Lourenço, 20 de novembro de 2019
Prefeitura

Conselho da Cidade valida propostas em audiência pública em São Lourenço do Oeste

Rafael Caleffi, prefeito de São Lourenço do Oeste, lembrou que a alteração do Plano Diretor Participativo era algo muito reivindicado pela comunidade desde que assumiu a gestão.

Por Prefeitura de São Lourenço do Oeste

Atualizado em 18/10/2019 | 10:48:00

A administração municipal de São Lourenço do Oeste, através da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, realizou na noite de quinta-feira (17) a audiência pública do Conselho da Cidade de São Lourenço do Oeste (Concislo), tendo por objetivo informar, colher subsídios, promover debates e esclarecimentos sobre as propostas aprovadas nas reuniões ordinárias e extraordinárias do conselho em 2019. A audiência pública foi realizada na Associação Empresarial de São Lourenço do Oeste (Acislo).
 
De acordo com o presidente do Concislo e secretário de Desenvolvimento Urbano, Anilson Spricigo, foram apresentadas 25 propostas, sendo que duas foram retiradas e outras duas não tiveram aprovação. Desta forma, 21 propostas serão transformadas num projeto de lei. O projeto será enviado para a Câmara Municipal e, caso seja aprovado, passará a vigorar com o Plano Diretor Participativo (PDP) a partir de janeiro de 2020.
 
Rafael Caleffi, prefeito de São Lourenço do Oeste, lembrou que a alteração do Plano Diretor Participativo era algo muito reivindicado pela comunidade desde que assumiu a gestão. “O município está crescendo muito e as mudanças se fazem necessárias”, explicou. Ressaltou ainda a importância do Concislo, que de forma participativa e democrática tem pensado no melhor para a cidade continuar se desenvolvendo.
 
Mudanças
 
O presidente do Concislo diz que uma das propostas mais debatidas foi com relação ao número de pavimentos das construções. Os conselheiros foram unânimes em aprovar a alteração de 12 para 20 andares na área central da cidade. “Isso vem de encontro com o desejo da maioria da população e também dos loteadores”, contou. Outra proposta de apelo da comunidade, explica Spricigo, era com relação com a tabela de parâmetro da ocupação do solo. Ele disse que, na grande maioria, teve uma ampliação de 70% para 85%. 
 
A construção de condomínios residenciais também avançou. “Muitos investidores tinham o desejo de implantar isso, mas a lei não permitia. Agora, o conselho aprovou a possibilidade de implantar este tipo de condomínio”, explicou o presidente do Concislo. Por fim, o nível de incomodidade também foi revisto. Com o crescimento da cidade, ampliou-se a possibilidade de criação de áreas comerciais, onde antes era área residencial. “Com isso o comércio passa a ir para alguns bairros”, reforçou.
 
Na avaliação de Spricigo, a audiência pública foi positiva e avançou muitas propostas. “Agradecemos o trabalho dos conselheiros e o apoio do Núcleo Imobiliário e Construção Civil da Acislo, que muito colaborou para se chegar ao resultado destas alterações”. O presidente agradece ainda a Acislo pelo espaço cedido para as reuniões mensais do Concislo.

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