Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
A ação resultou na apreensão de entorpecentes e na condução de dois suspeitos à delegacia.
Na tarde da última terça-feira (10), por volta das 13h40, a Polícia Militar de Jupiá registrou uma ocorrência de tráfico de drogas e perturbação do sossego alheio na Rua Bahia, no Bairro Esperança. A ação resultou na apreensão de entorpecentes e na condução de dois suspeitos à delegacia.
A guarnição já possuía informações de que um jovem de 20 anos estaria comercializando drogas na região. Com base na denúncia, os policiais iniciaram rondas e localizaram dois homens em atitude suspeita. Um deles foi flagrado tentando esconder um objeto no bolso de sua blusa de moletom.
Durante a revista pessoal, foram encontradas 12 pedras de crack (totalizando 4,8 gramas) embaladas em papel alumínio, prontas para venda, além de 6,7 gramas de cocaína fracionadas em três invólucros plásticos e uma pequena quantidade da mesma droga solta nas vestes do suspeito.
O segundo homem, de 23 anos, afirmou que estava ouvindo música com seu primo e tinha conhecimento de que ele possuía os entorpecentes.
Diante dos fatos, a polícia lavrou o boletim de ocorrência e encaminhou os envolvidos à delegacia de São Lourenço do Oeste para os devidos procedimentos legais.
Acusado revelou detalhes do crime durante depoimento à Polícia Civil, mas corpo segue desaparecido.
Município relatou obstáculos para entrada das equipes técnicas no imóvel, onde animais vivem em situação considerada insalubre.
Polícia Militar apreendeu espingardas, cartuchos deflagrados, rádios comunicadores, faca e peças de roupa.
Homem de 33 anos foi localizado horas após o crime e confessou a autoria, segundo a Polícia Civil.
Nova exigência valerá para processos de habilitação nas categorias A e B iniciados a partir do dia 1º de junho.
Tiago Alves disse conviver há anos com o barulho excessivo no local, em Balneário Camboriú. Ele é pai de uma criança autista de 9 anos e diz que situação afeta diretamente o bem-estar do filho.