Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Vítima tem problema visual e dificuldades para se locomover, segundo a guarnição.
A Polícia Militar prestou apoio para uma idosa de 81 anos, que havia sido abandonada pela família e filhos na tarde deste sábado, dia 8, no bairro João Winckler, em Xanxerê.
Segundo a guarnição, a ocorrência teve início após a PM receber uma denúncia informando que a vítima teria sido abandonada e estaria passando por dificuldades. A mulher ainda tem problema visual e dificuldades para se locomover.
Após análise da situação, a PM solicitou a presença das equipes do Samu e da Assistência Social, que auxiliaram e conduziram a idosa até o lar do idoso da cidade.
Ainda conforme a PM, os familiares cometeram no crime de abandono, previsto na lei do Estatuto do Idoso, que regula os direitos das pessoas com 60 anos ou mais, garantindo acesso à vida, saúde, lazer, trabalho e dignidade.
A legislação estabelece que a família, a sociedade e o Poder Público devem assegurar esses direitos com prioridade absoluta, o que inclui atendimento preferencial e proteção contra violência e negligência. Se forem condenados por abandono de idoso, os filhos podem pegar de 2 a 5 anos de prisão, além de multa. Se o abandono resultar em morte, a pena pode ser de até 14 anos de reclusão.
Resultado foi divulgado após júri popular de mais de 10 horas nesta sexta-feira, em Ponte Serrada.
Colisão entre dois veículos seguida de saída de pista aconteceu na SC-496.
Caso aconteceu em Navegantes e vizinhos relataram terem ouvido gritos. Médico chegou a ser levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Suspeito golpeou vítima com garrafa quebrada e, depois, tentou disparar contra ela em Santa Cecília, segundo a Polícia Civil.
Em 2023, segundo MP, Caio Lemes foi baleado na nuca durante abordagem da Guarda Municipal, enquanto estava de joelhos e com as mãos na cabeça.
Crime aconteceu na madrugada desta sexta-feira (10), em Londrina, no norte do estado. Defesa de Fernanda Gomes Campano disse que ela agiu em legítima defesa e que sofria violência doméstica.