Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Vítima denunciou caso na fase adulta, ao procurar ajuda psicológica.
Um homem foi condenado a 47 anos, sete meses e 20 dias de reclusão em regime fechado, por estupros praticados contra a enteada no Meio-Oeste de Santa Catarina. O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) confirmou, em decisão unânime, a condenação da comarca de Tangará e ainda aumentou a pena. Os crimes foram cometidos ao longo de aproximadamente 10 anos.
Segundo o processo, os abusos começaram quando a vítima tinha cerca de 10 anos e se intensificaram com o passar dos anos, sempre praticados diante de ameaça e manipulação emocional. A violência psicológica foi usada como meio para garantir o silêncio da garota e a continuidade dos abusos.
Conforme o TJSC, o padrasto dizia que agrediria e afastaria a menina da família. Ele ainda comprava coisas úteis para a vítima, como roupas e computador para os estudos, afirmando que ela deveria recompensá-lo pelos presentes e pelas "gentilezas".
A denúncia foi formalizada após a jovem, já adulta, procurar ajuda psicológica e registrar boletim de ocorrência. A investigação reuniu provas como laudos periciais, mensagens de celular, depoimentos de testemunhas e uma carta escrita pela vítima, que detalha os episódios de violência e o impacto emocional sofrido.
O réu, que alegou que as relações foram consensuais e iniciadas após a vítima atingir a maioridade, teve a versão rejeitada pelo tribunal. A 3ª Câmara Criminal considerou os relatos coerentes da vítima e as provas materiais e testemunhais como elementos suficientes para manter a condenação.
O Ministério Público recorreu para incluir o crime de violência psicológica, mas o pedido foi negado sob o entendimento de que essa conduta já estava absorvida pelos crimes sexuais. Por outro lado, foi acolhido o pedido de reconhecimento da agravante de coabitação, o que elevou a pena inicialmente fixada em 40 anos e 10 meses de reclusão. O processo tramitou em segredo de Justiça.
Acusado revelou detalhes do crime durante depoimento à Polícia Civil, mas corpo segue desaparecido.
Município relatou obstáculos para entrada das equipes técnicas no imóvel, onde animais vivem em situação considerada insalubre.
Polícia Militar apreendeu espingardas, cartuchos deflagrados, rádios comunicadores, faca e peças de roupa.
Homem de 33 anos foi localizado horas após o crime e confessou a autoria, segundo a Polícia Civil.
Nova exigência valerá para processos de habilitação nas categorias A e B iniciados a partir do dia 1º de junho.
Tiago Alves disse conviver há anos com o barulho excessivo no local, em Balneário Camboriú. Ele é pai de uma criança autista de 9 anos e diz que situação afeta diretamente o bem-estar do filho.