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Colegas de trabalho encontraram o corpo de Fernando de Freitas Maceno com sangramentos, o retiraram da água e acionaram as autoridades. Acidente foi próximo à região de Paranaguá, no litoral do Paraná
O mergulhador Fernando de Freitas Maceno, de 42 anos, morreu no fim da manhã de domingo (12), enquanto trabalhava na limpeza de um casco de navio em alto-mar, próximo à região de Paranaguá, no litoral do Paraná.
O Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar foram acionados pelos colegas de trabalho do mergulhador.
À equipe policial, os outros funcionários afirmaram que as condições climáticas não estavam propícias, com ondulações fortes no mar, o que dificultou a limpeza no navio. Diante das condições, o grupo voltou para a embarcação.
Enquanto isso, Fernando, considerado o mais experiente do grupo, desceu sozinho para tentar realizar a limpeza. Pouco depois, a equipe viu o corpo do mergulhador boiando, com sangramento na cabeça e no corpo. A escova de metal da máquina, usada para a limpeza do casco do navio, estava danificada.
Os colegas tiraram Fernando da água e o corpo dele foi levado até a região de marinas de Pontal do Sul, em Pontal do Paraná.
A VSP Offshore, empresa na qual Fernando trabalhava, lamentou a morte do colaborador e destacou que ele era um profissional experiente, dedicado e muito querido por toda a equipe.
"Sua trajetória foi marcada pelo compromisso, pela coragem e pelo respeito com que sempre exerceu sua profissão. Neste momento de dor, nos solidarizamos com seus familiares e amigos, desejando força e conforto para enfrentar essa perda irreparável", diz a nota.
A empresa informou ainda que está prestando o apoio necessário à família e acompanhando as providências relacionadas ao ocorrido, em colaboração com as autoridades competentes.
Fernando deixa a esposa e uma filha.
"Partiu fazendo o que amava, explorando as profundezas do mar com coragem e paixão. Deixa na superfície saudades eternas e um legado de bravura que jamais será esquecido", lamentou a companheira dele nas redes sociais.
Ivo Barcelos, de 70 anos, não resistiu aos graves ferimentos.
Órgão também determinou apreensão de lote adulterado de Mounjaro e toxina botulínica falsificada.
Bombeiros foram acionados após proprietários encontrarem as vítimas inconscientes e relatarem um forte cheiro de gás no ambiente.
Vítima de 61 anos caiu ao tentar tirar os fios engatados no caminhão. Os bombeiros informaram que quando as equipes de socorro chegaram ao local, a vítima já estava sem vida.
Menina de 16 anos era funcionária na mesma clínica em que o médico José Roberto Jacomel, de 75 anos, trabalhava. Ele foi demitido logo após a vítima denunciar o caso. Apesar disso, ele continuou indo
Vítima foi identificada como Ailana Borges Caetano, de 75 anos. Caso aconteceu em Sarandi, no norte do estado. Prefeitura informou que idosa era acumuladora e que acompanhava situação na casa dela.