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Luiz Garnica não conseguiu concluir a transferência porque valor era alto e precisava de autorização do gerente; polícia desconfia que médico tenha matado a esposa para não dividir bens após divórcio
Dias após a morte da professora de Pilates Larissa Talle Leôncio Rodrigues, de 37 anos, o marido dela, o médico Luiz Garnica, 38, tentou movimentar a conta bancária da esposa. O gerente da agência onde Larissa mantinha conta relatou à polícia que Luiz tentou fazer transferências de altos valores e usou o cartão dela para pagar despesas.
Segundo o gerente, Luiz chegou a realizar compras com o cartão de Larissa e tentou, sem sucesso, efetuar uma transação de maior valor pelo aplicativo do banco. Ao ser impedido, ele ligou para o gerente e insistiu que a operação fosse aprovada. A irmã mais velha de Luiz também tentou acessar as contas da professora envenenada.
Cunhada da professora envenenada também procurou o gerente
A irmã mais velha de Luiz, uma fisioterapeuta de 46 anos, procurou o gerente bancário dois dias após a morte da professora envenenada para obter informações sobre contas, seguros de vida e possíveis créditos em nome de Larissa. Essa mesma mulher já havia feito visitas semelhantes após a morte de Nathalia Garnica, 42, outra irmã de Luiz, um mês antes.
O comportamento chamou a atenção dos investigadores, que apuram uma possível motivação financeira no crime. Para a polícia, Luiz pode ter assassinado Larissa para não dividir o patrimônio do casal, já que a professora havia descoberto uma traição e queria pedir divórcio. A irmã mais velha ainda não prestou depoimento, mas deve ser chamada nos próximos dias.
O advogado da família de Larissa cobra explicações. “Ele tem que ser novamente intimado [a depor] e esclarecer que ele negou [em seu primeiro depoimento] que realizou esses pagamentos. Eu estava presente no depoimento dele e ele disse que não movimentou. Por que ele tentou fazer esse saque da conta da Larissa?”, afirmou ao Balanço Geral. Ele também pede a intimação da irmã do médico para esclarecer sua atuação no caso.
Entenda o caso
A professora foi encontrada morta em seu apartamento em Ribeirão Preto (SP) no dia 15 de abril. Laudo necroscópico confirmou a presença de chumbinho em seu corpo. Luiz Garnica e sua mãe, Elisabete Arrabaça, 67, estão presos suspeitos de envolvimento no assassinato.
Um mês antes, Nathalia Garnica, irmã de Luiz, morreu em circunstâncias semelhantes na cidade vizinha de Pontal (SP). O corpo dela foi exumado, e a perícia agora investiga se também havia traços do veneno. A polícia não descarta ligação entre os dois casos.
Na prisão, Elisabete escreveu uma carta admitindo ter dado um remédio para dor de estômago a Larissa no dia da morte. Ela afirmou ter pego o remédio na casa da filha Nathalia, mas a polícia descobriu buscas feitas por ela sobre o uso de chumbinho antes das duas mortes.
O inquérito sobre a morte da professora envenenada deve ser concluído ainda este mês. Os investigadores aguardam laudos complementares e novos depoimentos para fechar o caso.
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