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Polícia Civil investiga dupla presa por suspeita de envolvimento no caso ocorrido em Santa Cecília.
A Polícia Civil confirmou nesta segunda-feira, dia 10, que o refrigerante que causou a intoxicação de 12 servidores do pronto-atendimento de Santa Cecília continha clonazepam, um medicamento de uso controlado com efeito sedativo. O caso ocorreu em 21 de outubro, quando os profissionais passaram mal após um café coletivo na unidade de saúde.
As vítimas apresentaram sintomas como sonolência, tontura, vômitos e dificuldade na fala. Todas receberam alta até o dia 25.
Duas pessoas — tia e sobrinho — seguem presas temporariamente, suspeitas de envolvimento no crime. O homem inclusive havia sido afastado do cargo dias antes por ser acusado de importunação sexual contra funcionárias.
De acordo com a delegada Jéssica Borges, o inquérito segue em andamento para apurar as circunstâncias da contaminação e a responsabilidade dos investigados. Onze dos 12 servidores intoxicados já retornaram ao trabalho, informou a Secretaria de Saúde do município.
Clonazepam
O Clonazepam é um medicamento ansiolítico que atua no sistema nervoso central e promove um efeito tranquilizante, sedativo e relaxante. Ele pertence à classe dos benzodiazepínicos e age sobre um produto químico cerebral chamado ácido gama-aminobutírico (GABA). Quando em concentrações desequilibradas, pode estar associado a convulsões ou distúrbios psicológicos.
De acordo com o InfoSUS, o medicamento é aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para tratar crianças e adultos diagnosticados com epilepsia, tanto em episódios isolados quanto nos casos crônicos.
Homem ficou hospitalizado por cerca de um mês após grave acidente em Coronel Freitas.
Grave acidente deixou veículo de passeio totalmente destruído.
Ministério da Defesa informou que queda ocorreu durante a decolagem. Número de vítima ainda não está confirmado.
Homem de 52 anos foi atingido com golpe no pescoço, segundo a polícia.
Carro estava em chamas quando os bombeiros chegaram no local, em Laguna. Vítima só foi percebida após a extinção do fogo.
Abusos foram cometidos até a vítima completar 15 anos. Homem foi condenado a 15 anos, 6 meses e 20 dias de prisão, em regime fechado.