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Bartira Fontoura Mergen, de 35 anos, morreu no incêndio. Cachorra da vítima também estava no imóvel e foi carbonizada.
A Justiça condenou um jovem de 22 anos a 33 anos, 4 meses e 26 dias de prisão por incendiar uma residência e causar a morte de Bartira Fontoura Mergen, de 35 anos, em São Carlos, no Oeste catarinense. O crime ocorreu na noite de 10 de julho de 2025, na comunidade de Balneário de Pratas, no interior do município.
A sentença foi definida durante júri popular na última quarta-feira, dia 24, e também reconheceu os crimes de incêndio em casa habitada e maus-tratos a animal doméstico com resultado morte, já que a cachorra da vítima também estava no imóvel e morreu carbonizada.
Além da pena de reclusão, o condenado deverá pagar R$ 153.930 por danos materiais ao proprietário da casa destruída e R$ 50 mil por danos morais aos familiares de Bartira. Os valores serão corrigidos monetariamente desde a data do crime. O julgamento durou quase 10 horas.
Conforme a denúncia do Ministério Público, o homem ateou fogo em um colchão no primeiro andar de uma residência de madeira. As chamas se espalharam rapidamente e atingiram o segundo piso, onde Bartira dormia. Quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local, a residência já estava completamente tomada pelas chamas e foi destruída.
As investigações da Polícia Civil apontaram que o incêndio foi criminoso. Segundo a apuração, o autor havia ingerido bebida alcoólica antes de colocar fogo no colchão, mesmo sabendo que Bartira estava na casa.
De acordo com a investigação, o crime foi motivado pelo fato de o condenado ter sido expulso de outro imóvel pertencente ao mesmo proprietário da residência incendiada.
Vítima foi localizada em uma área de mata no bairro Desbravador.
Meninas eram passageiras do veículo, que saiu da pista e capotou.
Menino foi atacado com 62 golpes, enquanto a mãe levou 80 facadas, porque homem não aceitava fim do relacionamento.
Vítima foi atingida no rosto, pescoço e mão, e foi levada ao hospital. Caso aconteceu em Lages e homem foi detido após bater carro.
Agressor chegou a entrar em luta corporal contra o pai da criança, enquanto a mãe fugia com o carrinho. Guarda Municipal foi chamada e suspeito, contido.
Polícia Militar registrou o caso como maus-tratos contra animais e abandono de incapaz. Responsável pela casa, em Indaial, foi conduzida à delegacia.