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Flagrante em lavoura de pepinos em abril deste ano motivou ação do MPT que resultou no bloqueio de bens e proibição de novas contratações.
O Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina (MPT) obteve decisão liminar (provisória) para bloquear bens de dois produtores rurais em Itapiranga, no Oeste. Segundo o órgão, eles foram flagrados explorando 14 indígenas vindos da Argentina, em condições análogas à escravidão.
Os trabalhadores foram encontradas em uma lavoura de pepinos em abril deste ano, e a decisão foi informada pelo MPT na última semana. O valor e os detalhes dos bens bloqueados não foram divulgados.
A decisão também acolheu o pedido do MPT para que os produtores não façam novas contratações ilegais, sob pena de multa de R$ 30 mil por descumprimento, incidente a cada trabalhador flagrado. A ação ocorreu após duas fiscalizações feitas na propriedade rural entre 2024 e esse ano.
Na primeira visita, em dezembro do ano passado, houve o flagrante de violações relacionadas à saúde e segurança de trabalhadores. Diante das irregularidades, os dois empregadores rurais firmaram Termo de Ajuste de Conduta (TAC).
Mesmo após a assinatura do TAC, em abril deste ano, os indígenas foram encontrados no local. Os trabalhadores não tinham registro formal, viviam em alojamentos precários, sem receber salários e saneamento básico.
A colheita era feita sem equipamento de proteção (EPIs), sem fornecimento de água potável e comida suficiente, em contato direto com agrotóxicos.
Homem ficou hospitalizado por cerca de um mês após grave acidente em Coronel Freitas.
Grave acidente deixou veículo de passeio totalmente destruído.
Ministério da Defesa informou que queda ocorreu durante a decolagem. Número de vítima ainda não está confirmado.
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Abusos foram cometidos até a vítima completar 15 anos. Homem foi condenado a 15 anos, 6 meses e 20 dias de prisão, em regime fechado.