12 de abril de 2026
Segurança

Homem em surto é morto após tentar tomar arma e agredir PM de folga em Porto Alegre, diz polícia

Segundo a Brigada Militar, o soldado praticava atividade física quando foi perseguido pelo homem. Caso ocorreu na noite de sábado (11) na Avenida Salvador França e terminou em morte perto do viaduto S

Por G1/RS

Atualizado em 12/04/2026 | 12:34:00

Um homem morreu na noite de sábado (11), em Porto Alegre, após ser baleado por um policial militar que estava de folga. De acordo com a Brigada Militar, o disparo ocorreu depois que o homem tentou agredir o agente e tomar sua arma.

O soldado Guilherme Rodrigues Vieira, lotado no 19º Batalhão de Polícia Militar (BPM), praticava atividade física na Avenida Salvador França quando foi abordado. Em nota, a Brigada Militar afirmou que o indivíduo estaria em surto e afirmou estar portando uma faca.

Conforme o relato, o homem passou a perseguir o policial e tentou agredi-lo. A perseguição continuou até as proximidades do viaduto São Jorge.

 

No local, o suspeito teria tentado tomar a arma do soldado. Diante da situação, o policial efetuou um disparo para conter a ação, e o homem morreu.

O caso deve ser apurado pelas autoridades competentes.

O que diz a Brigada Militar
"A Brigada Militar informa sobre ocorrência atendida na noite de sábado (11/04), no bairro Partenon, em Porto Alegre.

Na ocasião, equipes do 19º Batalhão de Polícia Militar foram acionadas para atender uma ocorrência de lesão corporal.

O solicitante relatou que ele e um amigo praticavam atividade física quando passaram a ser perseguidos por um indivíduo em surto.

Durante a ação, o homem investiu contra ambos, afirmando portar uma faca, momento em que um dos envolvidos, policial militar da ativa, efetuou um disparo de arma de fogo para conter a agressão.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi imediatamente acionado e, no local, constatou-se o óbito do indivíduo.

Os envolvidos foram conduzidos à Delegacia de Polícia, onde, com base nos elementos iniciais apurados, foi entendido que o policial militar agiu em legítima defesa."

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