Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Réu se passava por cliente em plataformas de acompanhantes para atrair mulheres e chegava a sequestrá-las e pedir resgate.
Um homem foi condenado a mais de 100 anos de prisão por cometer diversos estupros e sequestros nos municípios de Araranguá e Balneário Arroio do Silva, no Sul catarinense, em 2021.
Conforme a justiça, o réu se passava por cliente em plataformas de acompanhantes para atrair mulheres até locais previamente escolhidos. Ao chegar ao local combinado, armado com uma pistola, ele rendia as mulheres, dopava-as com medicamentos e praticava violência sexual contra elas. Em seguida, restringia a liberdade das vítimas, subtraía celulares, dinheiro e objetos pessoais e, em alguns casos, mantinha-as em cárcere para exigir resgate.
A ação penal relata que o primeiro episódio ocorreu em outubro de 2021, quando a vítima foi atraída sob o pretexto de um encontro. Ao chegar ao local, ela foi agredida, obrigada a ingerir medicamentos e submetida a atos sexuais mediante violência.
Consta ainda nos autos que, após o abuso, o autor dos delitos manteve a vítima em cárcere privado durante toda a noite e, no dia seguinte, passou a exigir dinheiro da irmã da mulher, ameaçando matá-la caso o valor não fosse entregue. A quantia de R$ 3 mil foi sacada e entregue ao criminoso, que só então liberou a vítima. Ainda nesse episódio, o acusado teria roubado aparelhos celulares e mantido as vítimas, a mulher e a irmã, sob ameaça constante.
A denúncia aponta que o mesmo padrão se repetiu em pelo menos outros dois casos. Em fevereiro de 2022, outra mulher foi atraída por meio de anúncio em um site de acompanhantes. Em seguida, teve dinheiro e celulares roubados, permanecendo sob restrição de liberdade por horas.
A peça acusatória do MPSC narra que, em março de 2022, outra vítima foi abordada da mesma forma, em sua residência. O homem a ameaçou, cometeu o estupro e levou pertences pessoais, mantendo-a amarrada antes de fugir.
Após investigação, o acusado foi denunciado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e condenado a 106 anos, um mês e 21 dias de reclusão, em regime fechado, pelos crimes de estupro, roubo majorado e extorsão mediante sequestro. Não foi decretada a prisão preventiva do réu nesse processo, pois ele já se encontra preso, cumprindo uma extensa pena de reclusão pela prática de outros crimes no Estado do Rio Grande do Sul.
Acusado revelou detalhes do crime durante depoimento à Polícia Civil, mas corpo segue desaparecido.
Município relatou obstáculos para entrada das equipes técnicas no imóvel, onde animais vivem em situação considerada insalubre.
Polícia Militar apreendeu espingardas, cartuchos deflagrados, rádios comunicadores, faca e peças de roupa.
Homem de 33 anos foi localizado horas após o crime e confessou a autoria, segundo a Polícia Civil.
Nova exigência valerá para processos de habilitação nas categorias A e B iniciados a partir do dia 1º de junho.
Tiago Alves disse conviver há anos com o barulho excessivo no local, em Balneário Camboriú. Ele é pai de uma criança autista de 9 anos e diz que situação afeta diretamente o bem-estar do filho.