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Entenda os tipos de cirurgia de mama, cuidados no pré e pós-operatório, riscos envolvidos e como escolher um cirurgião plástico habilitado
A cirurgia plástica nas mamas é um dos procedimentos estéticos mais procurados no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). O aumento dos seios através de próteses de silicone, por exemplo, correspondem a 18,8% de todas as cirurgias estéticas realizadas no país.
Os números mostram a popularidade do procedimento, mas também evidenciam a importância de ampliar o acesso à informação para que essa decisão seja tomada de forma consciente, com orientação médica adequada e expectativas realistas.
Independente da motivação para buscar o procedimento, a cirurgia plástica nas mamas não deve ser encarada como uma decisão impulsiva ou baseada apenas em tendências estéticas.
Cada paciente apresenta características físicas, histórico de saúde, objetivos e necessidades diferentes, fatores que precisam ser avaliados individualmente antes de qualquer indicação cirúrgica. Além da mudança na aparência, a cirurgia deve envolver planejamento, preparo, recuperação e acompanhamento especializado em todas as etapas.
Tipos de cirurgias nas mamas
Existem diferentes tipos de cirurgia nas mamas, e cada uma delas é indicada para casos específicos.
Entre elas está a mamoplastia de aumento, quando são inseridas próteses de silicone para aumentar o tamanho das mamas.
Elas podem ser inseridas por cima do músculo (subglandular) ou por baixo do músculo (submuscular). Esse último caso é indicado quando a paciente apresenta pouco tecido mamário e deseja um resultado mais natural.
Existem também outros tipos de mamoplastia, para reduzir, reparar ou reconstruir os seios. A mamoplastia de redução pode ser indicada em casos de gigantomastia em mulheres ou ginecomastia em homens, por exemplo. Já a reconstrutora pode ser realizada após tratamentos de câncer de mama.
Dentro das cirurgias plásticas mamárias, há também a mastopexia, também chamada de lifting de mamas. Ela remove o excesso de pele e reposiciona os tecidos mamários para levantar os seios caídos, sem necessariamente alterar o volume natural, embora possa ser combinada com próteses de silicone para aumento de volume, se desejado.
Cada caso deve ser avaliado com cautela
A escolha da técnica depende de uma avaliação médica individualizada com cirurgião plástico habilitado. Aspectos como idade, qualidade da pele, proporções corporais, volume das mamas, histórico clínico e expectativas da paciente fazem parte da análise realizada pelo cirurgião.
Outro ponto importante é compreender que a decisão não deve ser baseada exclusivamente em referências encontradas nas redes sociais ou em resultados obtidos por outras pessoas. A anatomia de cada paciente influencia diretamente no planejamento cirúrgico e nos resultados possíveis.
A consulta pré-operatória é fundamental
A consulta pré-operatória representa uma das etapas mais importantes de todo o processo. É nesse momento que médico e paciente discutem os objetivos da cirurgia, esclarecem dúvidas, analisam exames e identificam possíveis contra indicações.
Também é durante essa conversa que são explicados os benefícios esperados, as limitações do procedimento, os riscos envolvidos e os cuidados necessários antes e depois da cirurgia.
O cirurgião plástico Dr. Thiago Cavalcanti (Cremesc 20500 | RQE 11931), parceiro da plataforma PinkMed, que conecta pacientes a cirurgiões plásticos habilitados, reforça que a relação entre médico e paciente deve ser de confiança e transparência.
“Antes de decidir pela cirurgia, escolha um cirurgião plástico com boas referências e com quem você se identifique, pois essa é uma relação de confiança que continuará por muitos anos. Informe-se sobre as diferenças entre os implantes acima e abaixo do músculo, entenda a importância de respeitar a anatomia e os ligamentos naturais da mama muitas vezes com implantes menores e converse abertamente sobre suas expectativas. O melhor resultado não é o maior, mas aquele que permanece bonito, natural e estável ao longo do tempo”, destaca o cirurgião plástico Dr. Thiago Cavalcanti.
A escolha do cirurgião faz diferença na segurança
A definição do profissional responsável pela cirurgia é um dos fatores mais importantes para a segurança do procedimento. Antes de agendar a operação, a paciente deve verificar se o médico possui registro ativo no Conselho Regional de Medicina (CRM) e Registro de Qualificação de Especialista (RQE) em Cirurgia Plástica, documentos que comprovam sua formação e habilitação na especialidade.
Além disso, é essencial observar se a cirurgia será realizada em ambiente hospitalar adequado, com estrutura compatível para procedimentos cirúrgicos e acompanhamento durante todas as fases do tratamento.
O pós-operatório
A cirurgia não termina quando o procedimento é concluído. O período pós-operatório faz parte do tratamento e exerce influência direta na recuperação e no resultado final. Durante essa fase, é comum que o médico recomende o uso de sutiã cirúrgico, restrição temporária de atividades físicas, cuidados com os curativos e comparecimento às consultas de acompanhamento.
Cumprir essas orientações é fundamental para concluir o processo de cicatrização, identificar possíveis intercorrências e orientar o retorno gradual às atividades do dia a dia.
O tempo de recuperação varia conforme o tipo de cirurgia, as características individuais da paciente e a evolução do organismo, motivo pelo qual não é possível estabelecer um prazo único para todos os casos.
Outro aspecto importante é compreender que o resultado definitivo não aparece imediatamente. A acomodação dos tecidos e o processo natural de cicatrização costumam levar mais tempo, sendo necessário aguardar para avaliar o resultado final da cirurgia.
A boa notícia é que atualmente existem técnicas que auxiliam na recuperação dos pacientes.
“Hoje, com técnicas menos traumáticas, planejamento cuidadoso e protocolos modernos de recuperação, é possível que pacientes voltem às atividades da rotina, com autonomia para trabalhar e dirigir, menos dor e mais conforto no pós-operatório”, destaca o cirurgião Dr. Thiago Cavalcanti.
Conheça a PinkMed
A plataforma da PinkMed foi criada para oferecer informações sobre cirurgias plásticas e conectar pacientes a cirurgiões plásticos habilitados em todo o território brasileiro. O objetivo é garantir transparência, segurança e suporte para pessoas que desejam saber mais sobre procedimentos cirúrgicos, reforçando a importância da avaliação individualizada e do acompanhamento médico em todas as etapas do cuidado.
Acesse o site oficial da PinkMed clicando aqui!
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