16 de outubro de 2026
Social

Câncer de mama: mulheres relatam como o seguro ajudou a enfrentar despesas durante o tratamento

Histórias de duas associadas do Sicredi mostram o impacto financeiro do diagnóstico e o uso de coberturas contratadas antes da doença.

Por Redação TiviNet, com informações do Sicredi

Atualizado em 16/10/2026 | 09:05:00

O diagnóstico de câncer de mama pode transformar a rotina das famílias e trazer preocupações que vão além da saúde. Consultas, exames e deslocamentos para tratamento também podem impactar o orçamento, como mostram as histórias de Ivanir Vanin Sovernigo e Danielle Frohlich, associadas do Sicredi que recorreram a seguros contratados antes da descoberta da doença.

Os relatos integram uma abordagem sobre saúde e proteção financeira durante o Outubro Rosa, período dedicado à conscientização sobre o câncer de mama e à importância da informação, da orientação médica e do diagnóstico precoce.


Despesas durante o tratamento

Moradora de São João, no Paraná, Ivanir Vanin Sovernigo recebeu a confirmação de um câncer de mama maligno no mesmo dia em que procurou atendimento médico e realizou os primeiros exames. Depois do diagnóstico, vieram consultas com especialistas, cirurgia e um tratamento prolongado.

Parte dos procedimentos foi realizada pelo SUS. Outras despesas, como consultas, exames e viagens para outros municípios, precisaram ser custeadas por ela.

Ivanir já possuía um seguro e, após apresentar os exames e laudos solicitados, recebeu o valor previsto na cobertura. Segundo ela, o recurso trouxe mais tranquilidade para continuar os cuidados com a saúde.

“Às vezes as pessoas falam: para que fazer seguro? E é o que fez a diferença em nossa família, esse seguro”, conta.

Ainda em tratamento, Ivanir também destaca a importância de não adiar os cuidados pessoais. “É agora pra você cuidar, pra você gostar, pra você valorizar. Então, procure, faça um exame”, aconselha.


Diagnóstico na gestação

Danielle Frohlich, de Tupãssi, no Paraná, estava grávida quando percebeu um nódulo durante uma consulta de pré-natal. A investigação confirmou um câncer de mama com características agressivas e invasivas, que exigia o início rápido do tratamento.

Para começar a quimioterapia, Danielle precisou antecipar o parto. Na sequência, enfrentou um longo processo de tratamento, com deslocamentos frequentes para Cascavel, além de exames e outras despesas.

Ela já havia contratado um seguro de vida com cobertura para doenças graves. O recurso foi liberado em menos de 30 dias após o acionamento: o aviso de sinistro foi assinado em 23 de dezembro e a indenização foi recebida em 14 de janeiro.

“Foi isso que o seguro me trouxe: não precisar se preocupar com o financeiro e focar no meu tratamento”, relata.

Atualmente, Danielle está em remissão e mantém acompanhamento médico, com tratamento previsto por pelo menos cinco anos. Ela também enfrentou um período de metástase e outras recidivas da doença.


Coberturas contratadas

Segundo o Sicredi, as opções de seguro de vida oferecidas pela instituição podem incluir coberturas para diagnóstico definitivo de doenças graves, despesas médico-hospitalares e odontológicas, invalidez e diária por incapacidade temporária, conforme o plano contratado.

O gerente de desenvolvimento de negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Devanir Brisola, explica que as despesas relacionadas ao tratamento podem afetar toda a família.

“Quando recebemos um diagnóstico como esse, a prioridade é cuidar da saúde. Mas junto com o tratamento surgem outras preocupações, como exames, consultas, deslocamentos e despesas que podem impactar a família. É nesse momento que percebemos que a proteção também é uma forma de cuidado”, afirma.


Atenção à saúde

O material divulgado pelo Sicredi cita estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA) de cerca de 73,6 mil novos casos de câncer de mama por ano no Brasil.

Também apresenta levantamento do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), com dados do Painel Oncologia Brasil, que contabilizou mais de 319 mil diagnósticos entre 2018 e 2023. Cerca de um em cada três casos ocorreu em mulheres com menos de 50 anos.

Segundo o CBR, a identificação da doença em estágio inicial aumenta as possibilidades de tratamento e cura, reforçando a importância do acompanhamento médico e da atenção às alterações nas mamas.

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