Utilizamos cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência no site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.
Cadela esperava cinco filhotes e foi encontrada em estado crítico. Polícia Civil deflagrou operação nesta terça-feira (24) cumprindo mandados de busca.
Uma cachorra prenha de cinco filhotes foi enterrada viva em um condomínio de Joinville, no Norte de Santa Catarina, e o caso motivou uma operação da Polícia Civil deflagrada nesta terça-feira (24). O animal foi achado em estado crítico no dia 6 de fevereiro e segue em tratamento.
A suspeita é de que o crime tenha envolvido adolescentes e uma mulher que trabalhava no local. Mesmo procurada, a Polícia Civil não detalhou a dinâmica nem outros aspectos da investigação.
Em nota, a prefeitura de Joinville informou que recebeu uma denúncia e realizou o resgate. Desde então, a cadela está no Centro de Bem-Estar Animal, em estado estável. À época do resgate, exames laboratoriais não detectaram envenenamento.
Operação contra maus-tratos
A operação desta terça cumpriu três mandados de busca e apreensão no condomínio onde o crime ocorreu. Segundo a Polícia Civil, a ação buscou reunir mais evidências para fortalecer o inquérito e responsabilizar os envolvidos.
O destino da cadela e dos filhotes será a adoção responsável.
A lei brasileira que trata de crimes ambientais, em vigor desde 1998, prevê pena de detenção de três meses a um ano para quem pratica ato de abuso, maus-tratos, ou ferir ou mutilar animais. Quando há morte, a pena pode aumentar em até um terço.
Acusado revelou detalhes do crime durante depoimento à Polícia Civil, mas corpo segue desaparecido.
Município relatou obstáculos para entrada das equipes técnicas no imóvel, onde animais vivem em situação considerada insalubre.
Polícia Militar apreendeu espingardas, cartuchos deflagrados, rádios comunicadores, faca e peças de roupa.
Homem de 33 anos foi localizado horas após o crime e confessou a autoria, segundo a Polícia Civil.
Nova exigência valerá para processos de habilitação nas categorias A e B iniciados a partir do dia 1º de junho.
Tiago Alves disse conviver há anos com o barulho excessivo no local, em Balneário Camboriú. Ele é pai de uma criança autista de 9 anos e diz que situação afeta diretamente o bem-estar do filho.