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Homem estava desaparecido desde o começo de setembro. Há duas hipóteses de motivação: desentendimento entre os dois ou que o adolescente queria ficar com o negócio da família.
A Polícia Civil apreendeu um adolescente de 16 anos que confessou o assassinato do pai em Santana do Livramento, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. Ele admitiu que usou uma espingarda para atirar na cabeça do homem de 56 anos e que escondeu o corpo.
O nome da vítima e do adolescente não foram divulgados em razão do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
A apreensão ocorreu na segunda-feira (29), mas o homicídio teria sido cometido há cerca de um mês, em 6 de setembro. O homem estava desaparecido desde 18 de setembro, quando uma das filhas dele, que não reside em Santana do Livramento, procurou a polícia para registrar o desaparecimento.
Uma denúncia anônima levou os policiais até o adolescente. Após ser apreendido, ele confessou o assassinato e deu detalhes: alegou que tinha um desentendimento com o pai, e teria sido essa a motivação para o homicídio. No entanto, a investigação não descarta que ele tenha feito isso para ficar com o negócio da família, uma borracharia, pois ele teria assumido o trabalho sozinho depois do assassinato.
Foi o próprio adolescente que levou os policiais até o local onde o corpo havia sido escondido: enterrado em uma área rural da cidade. Ele teria recebido ajuda de dois amigos, de 20 e 21 anos, para ocultar o cadáver. A dupla negou envolvimento no crime, mas foi presa em flagrante por ocultação de cadáver.
A Polícia Civil entende que o adolescente cometeu um ato infracional comparado a roubo, com resultado morte e ocultação de cadáver.
Homem ficou hospitalizado por cerca de um mês após grave acidente em Coronel Freitas.
Grave acidente deixou veículo de passeio totalmente destruído.
Ministério da Defesa informou que queda ocorreu durante a decolagem. Número de vítima ainda não está confirmado.
Homem de 52 anos foi atingido com golpe no pescoço, segundo a polícia.
Carro estava em chamas quando os bombeiros chegaram no local, em Laguna. Vítima só foi percebida após a extinção do fogo.
Abusos foram cometidos até a vítima completar 15 anos. Homem foi condenado a 15 anos, 6 meses e 20 dias de prisão, em regime fechado.