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Defesa disse em nota que ele recebeu a decisão “com serenidade”, mas estranha a decretação da prisão neste momento.
A Justiça determinou a prisão preventiva de um médico investigado em Catanduvas, no Meio-Oeste de Santa Catarina, por suspeita de abusar de mulheres durante atendimentos. A decisão foi tomada pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) após acolher um recurso do Ministério Público.
A defesa do médico disse em nota que ele recebeu a decisão “com serenidade”, mas estranha a decretação da prisão neste momento. A defesa sustenta ainda que mantém confiança na Justiça e reforça que acredita na inocência do cliente.
O Ministério Público representou pela prisão preventiva ainda no ano passado, mas o pedido foi negado em primeira instância. A prisão preventiva é uma medida cautelar aplicada antes de uma eventual condenação e pode ser decretada, entre outros pontos, para garantir a ordem pública, a instrução do processo ou a aplicação da lei penal, conforme previsto na legislação.
A defesa do médico afirmou ainda que seguirá atuando para reverter a prisão e pediu que se evitem “juízos precipitados” antes da conclusão do processo.
Denúncias
As vítimas relataram que o médico se aproveitava da confiança e da situação de vulnerabilidade durante os atendimentos para cometer os abusos, muitas vezes justificando procedimentos impróprios.
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